Fugimos do hospital por uma porta lateral guiados pelo Dr. Rápido, e fomos a caça desesperada de um táxi. Ao conseguir embarcar para o aeroporto a Gabi fez compressas com soro e foi todo o trajeto de olhos tampados, combinando comigo, como seria a correria no aeroporto.
Encontramos a Barbara, que no esparava no aeroporto, me dirigi ao check-in e a Gabi foi para farmácia. Então, minutos depois, ela volta com a notícia de que só tinha o bendito colírio no outro terminal do Galeão. Pacientemente fiz o check-in e despachei a mala, levei a Gabi ao portão de embarque e correndo, correndo mesmo fui para o outro terminal procurar a farmácia, comprei remédios, soro e voltei.... malandramente de táxi.
Entrei no portão, passei pela Polícia Federal, encontrei a Gabi e fomos dar uma olhadela no Free Shop.
| Aeroporto Internacional Tom Jobim - Prontos para o embarque |
| Dentro do avião na última fila, quase dez horas sentados sem inclinar o encosto. |
Ao chegar no Panamá a Gabi acordou, e nunca vi passou todo o cansaço, só por ela saber que iria às compras. Foi uma correria, tinhamos apenas uma hora e muitas, muitas lojas. Descobrimos que não adianta ficar de loja em loja buscando o menor preço, os preços são todos tabelados, os vendedores chegam a buscar produtos na loja do lado, pois é tudo uma só rede.
Compramos uma máquina fotográfica maior, um iPhone e ainda deu tempo da Gabi achar uma saia e um sapato na Tommy. Já atrasados, fomos um dos últimos a chegar no portão de embarque para pegarmos o vôo para Punta Cana.
| Primeira foto com a máquina nova, entrando no vôo para Punta Cana |
| Aeroporto Internacional de Punta Cana |
No saguão do aeroporto já tinham muitas pessoas oferecendo táxi, todos com preços tabelados pelos nomes dos hotéis. Pegamos um e em uns vinte minutos estavamos entrando no hotel, só aí tivemos certeza que tinhamos escolhido bem. O táxi andou mais uns 5 minutos dentro do hotel e nos deixou em uma recepção.
Ao tentarmos fazer o check-in o atendente nos disse que estavamos na recepção errada, nosso hotel era o Bahia Principe Ambar e estávamos no Bahia Principe Bávaro (na verdade o táxi só podia entrar até ali). Logo,o atendente chamou "El maletero" que pegou nossa bagagem colocou em um carrinho em que subimos e andamos mais uns bons minutos até a recepção do Ambar.
| Gran Bahia Principe Ambar - Chegamos finalmente |
| Fazendo o check-in. O lobby do hotel é enorme e já viamos pessoas saindo do bar com bebidas. |
| Chegamos ao quarto, tinham patos feitos em toalhas, pétalas de rosas e uma carta dando boas vindas ao Honney Mooners |
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